As feiras de vinil que pipocam pelo país afora!

Uma características muito legal do revival do vinil são as feiras de vendas que acontecem cada vez mais em várias cidades brasileiras.

Estes eventos vão além da simples venda direta dos discos e acabam trazendo outras atrações. Normalmente tem shows, quiosques com comidinhas variadas e tudo que está no entorno do vinil, como camisetas, pôsteres e uma infinidade de coisas – mas, existem feiras que vendem somente discos!

Não faz muito tempo que uma reportagem de uma grande emissora brasileira que o Facebook do UV postou, apontou o vigor financeiro destas feiras. São cifras elevadíssimas! Ou seja, são bons negócios para quem vende e quem compra. Sem contar que a maioria permite a presença de vendedores pessoa física ou jurídica (vendedores autônomos ou lojistas).

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As feiras permitem um contato direto e frente a frente entre os variados setores da economia do vinil: comprador, vendedor de discos, vendedor de moda (camisetas, vestidos e outras), de decoração (pôsteres, almofadas, arte em vinil e etc) e tudo que couber neste tema. É quase um termômetro para verificarmos a efervescência e a diversidade deste mercado.

No artigo inaugural do “Conversa de Vinil” do Portal UV (Quem pensa que o Vinil morreu) apontamos que o “Record Store Day” é o que, de fato, inaugurou as grandes vendas de vinil, mas podemos dizer que  também ajudou a alastrar este “fenômeno” das feiras.

O Record Store Day, na verdade, é um dia para celebrar o artista, seus discos, suas gravadoras, selos e lojas e não propriamente uma feira, já que tudo acontece em vários endereços distintos, porém, foi este evento que praticamente relançou a forma comercial de impacto dos vinis e demonstrou que esta mídia de música poderia ser um bom negócio. Seu ensinamento para as feiras ocorreu a partir do momento que perceberam que uma data específica poderia ser especialmente importante para esta economia (houveram outros fatos que auxiliaram na expansão deste tipo de acontecimento, porém seria  exaustivo enumerar todos num artigo deste tamanho e desta natureza)

Além das feiras, outro fenômeno interessante deste mercado são as “manhãs”, “tardes” ou noites” do vinil que vem ocorrendo em espaços como universidades, bares, clubes, restaurantes e locais similares. Estes, diferente das feiras, são acontecimentos onde geralmente é um vendedor que promove e os produtos expostos são específicos deste vendedor – também podem ter outras atrações além da simples venda de discos – e, normalmente, rola muito som proveniente dos discos para venda ou apreciação.

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No Brasil basta darmos uma olhada na Internet e veremos que as feiras estão pipocando em várias cidades. Dos pequenos municípios aos grandes, muitos estão com suas feiras acontecendo com certa regularidade. Há feiras que já estão na sua décima edição ou até maior. É o vigor do vinil mostrando que ele é bom para as finanças especializadas em artigos ligados à música.

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Procure ver onde ocorrem as feiras de discos de sua cidade e vá lá prestigiar. Tenho certeza que você não se arrependerá! E dê uma passadinha no VinylHub – um site colaborativo onde você pode colocar sua feira predileta ou loja no mapa mundial de vendas de vinil e descobrir locais e eventos interessantes. É muito legal!

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