Campanha: Dólar e impostos sobre o vinil

Em 2013 e 2014 DJs, sites e blogs sobre Vinil fizeram uma campanha para o fim da taxação do imposto sobre importação do Vinil que, infelizmente, não obteve resultado. Naquela época o dólar era muito mais baixo e hoje está PROIBITIVO qualquer importação de Vinil, toca-discos, agulhas e cápsulas – nunca esteve tão caro!
O UV volta com essa campanha, afinal, TODA a produção de toca-discos, agulhas, cápsulas e discos de vinil é restrita a pouquíssimas fábricas pelo mundo e são elas que alimentam mundialmente o público alvo com tocadores, componentes, acessórios e discos de vinil.

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No Brasil não existem fábricas de agulhas, cápsulas e outros componentes, muito menos de toca-discos e vitrolas e há apenas uma fábrica de discos em funcionamento, o que faz estarmos sujeitos à produção e, obviamente, preços internacionais (na base do dólar e imagine somado com impostos?).
TUDO que envolve o Vinil não pode ser olhado apenas pela indústria nacional, porque a dependência estrangeira é total e vital para a continuação desta arte e formato de arquivo de música.
Precisa ser revista a forma como é organizada a comercialização e importação dos discos de vinil, toca-discos, cápsulas, agulhas e outros componentes (limpadores, escovas, peças de reposição eletrônica e etc).
Se você gosta de vinil, vamos retomar essa campanha. Compartilhe esta página ou crie outra, como melhor lhe convier. Converse com deputados amigos, explique como é a fabricação do vinil, o que o envolve e como é nossa dependência internacional. Quem sabe algum político não se sensibiliza e cria algo para melhorar a vida de quem curte vinil, os lojistas, os artistas…
O brasileiro corre o risco de perder este boom do vinil, simplesmente, porque falta compreensão política, econômica e cultural de tudo que está no entorno do Vinil!!

Leia mais ” O Vinil no Brasil: entre a cruz e a espada! Imposto, dólar alto e uma única fábrica brasileira”

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