Críticas técnicas do UV

Box Chico Buarque: os primeiros anos – Polysom – 2015
O tão propagandeado box do Chico Buarque pela Polysom tem um trabalho gráfico muito bonito e a caixa é feita com um material muito resistente, além, dos álbuns serem cópias fieis dos originais.
A sonoridade é de boa qualidade e os discos são de 180 gramas.
Como pontos fracos: o alto preço, a falta de materiais extras e as capas dos discos que seguem o padrão da Polysom, portanto poderiam ser mais resistentes. Mesmo que a intenção seja colocar os discos na sua originalidade, como são relançamentos, a inclusão de encartes seria uma coisa muito bem vinda.
É um presente para os fãs e coloca Chico Buarque e seus primeiros discos novamente em catálogo e, particularmente, em Vinil!

Obs:

  • As críticas são restritas às qualidades técnicas dos discos, design, encartes e sonoridade. Não fazemos críticas à qualidade das músicas e artistas
  • Por respeitar os direitos autorais, o Universo do Vinil não utiliza trilha sonora com músicas dos discos analisados – todas as trilhas são livres de copyright.
  • Não recebemos qualquer benefício, inclusive financeiro, para realizar as Críticas do UV
  • Os testes são feitos utilizando os seguintes equipamentos (em várias combinações  para garantir maiores possibilidades de avaliação):  a) Toca-discos: Sony PS T20 BS (com cápsula e agulha originais), Technics SL L20 (com cápsula e agulha originais), ION LP 2CD (com cápsula e agulha originais), Gradiente D 40 (com cápsula AXXIS Model II) e Classic Bravo CTX (com cápsula e agulha originais), em algumas situações se usa a cápsula Audio Technica AT 95e b) Preamp: ELC 104; c) Sistemas de som: Receiver Gradiente RC II; Equalizador Gradiente ES 10; Tape Deck JVC TD-W309; Aiwa NSX-AVH9; Dock Station Cyber Sound Kw-b21iph e d) Caixas acústicas: Polyvox Vox TR 12 e Aiwa SX – NAVH9

 

Clique no link para assistir o vídeo e ler a respectiva crítica

disco de vinil_uvElza Soares – A mulher do fim do mundo